Sobre a Revista

O Caderno Sisterhood é uma publicação vinculada ao Núcleo de Estudo e Pesquisa em Gênero, Raça e Saúde – NEGRAS, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, inscrito no CNPq, e tem como objetivo divulgar, informar, orientar e permitir a reflexão sobre a situação de saúde de grupamentos e coletividades, considerando as dimensões raciais e de gênero, proporcionando ampliação do conhecimento para os diversos segmentos da sociedade.

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INFORMATIVO EDITORIAL

2026-05-12

O Caderno Sisterhood informa que as próximas publicações da revista estão previstas para o segundo semestre de 2026. A nova edição reunirá produções interdisciplinares e reflexões críticas voltadas às questões sociais, culturais e científicas. Confira a notícia completa e acompanhe as próximas informações divulgadas pela equipe editorial.

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Edição Atual

v. 5 n. suplementar 1 (2026): Revista Caderno Sisterhood
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O 1º Encontro Brasileiro sobre Políticas Afirmativas na Pós-Graduação em Saúde Coletiva, realizado em setembro de 2025 na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), reuniu estudantes, docentes, pesquisadores e movimentos sociais em torno do debate sobre acesso, permanência e equidade na pós-graduação. Esta publicação reúne as diversas vozes e experiências do encontro, incluindo a carta coletiva e artigos de palestrantes convidados, que abordam temas como branquitude, racismo institucional, políticas afirmativas para pessoas com deficiência, lutas quilombolas e presença indígena na pós-graduação. Traz ainda a seção "Ebós de Saberes", com resumos expandidos organizados em eixos temáticos que exploram os desafios enfrentados pelas populações negra, indígena e quilombola e as experiências institucionais de implementação de políticas afirmativas. Com esta edição, busca-se contribuir para o debate e fortalecer iniciativas voltadas à justiça social, à equidade e à valorização da diversidade nas universidades brasileiras.
DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.22118646

ARTIGOS (p. 15-99)

Entre o salvacionismo e o epistemicídio: como lidar com os efeitos da branquitude na pós-graduação em saúde? – Jeane Saskya Campos Tavares (p. 15)

Políticas ações afirmativas não são políticas de pertencimento: ensaios sobre habitabilidade, racismo institucional e permanência na universidade – Nelson Filice de Barros; Flávia Liparini Pereira (p. 32)

Políticas afirmativas na pós-graduação para estudantes com deficiência – Josineide Vieira Alves (p. 43)

A memória como motor das ações afirmativas: das cotas raciais às lutas trans – Jaqueline Gomes de Jesus (p. 49)

Memórias das lutas pela saúde quilombola: Oxóssi, a comunidade e a liberdade guerreira – Mateus dos Santos Brito (p. 54)

Coletivo quilombo das Iyás Xica Manicongo e Yagunã Dalzira: uma experiência de aquilombamento numa pós-graduação em saúde coletiva – Camila Borges dos Santos; Idália Oliveira dos Santos; Maria Doralice de Sousa; Tainã Queiroz Santos (p. 59)

Políticas afirmativas na pós-graduação: presença indígena, desafios e coletividades – Jurema Machado de Andrade Souza (p. 69)

As pessoas com deficiência e as políticas de ações afirmativas na pós-graduação: aproximações críticas – Karla Garcia Luiz (p. 74)

Políticas de ação afirmativa na pós-graduação stricto sensu em saúde do interior pernambucano – Eloíza Tainá da Silva Felix; Fernando da Silva Cardoso (p. 84)

A questão das discriminações e das políticas afirmativas na França – Jacques Gleyse (p. 96)

SEÇÃO RESUMOS (p. 100-129)

SEÇÃO FOTOS (p. 130-133)

Publicado: 2026-08-27

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