O corpo como campo de forças: elementos para uma filosofia política da diferença

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DOI :

https://doi.org/10.31977/grirfi.v25i3.5387

Mots-clés :

Corpo; Desejo; Diferença; Filosofia política; Micropolítica.

Résumé

Este artigo propõe uma abordagem filosófico-política do corpo a partir das contribuições de Nietzsche, Foucault e Deleuze & Guattari, com o intuito de investigar os processos de subjetivação, dominação e produção da diferença nas sociedades contemporâneas. Partindo da crítica à concepção tradicional da política centrada em instituições e decisões racionais, argumenta-se que o corpo e a dimensão desejante constituem instâncias fundamentais da vida política. Por meio de uma análise conceitual e genealógica, são explorados os modos pelos quais os corpos são organizados, normalizados e capturados por práticas discursivas, saberes e instituições, mas também como neles residem forças de resistência, criação e transformação. Ao destacar a dimensão micropolítica das relações sociais, o texto visa contribuir para uma compreensão da política que integre o inconsciente, os afetos e a diferença como operadores fundamentais na produção de modos de vida e de subjetividades.

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Biographie de l'auteur

Átila Brandão Monteiro, Universidade Federal do Piauí (UFPI)

Doutor(a) em Filosofia pela Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza – CE, Brasil. Professor(a) da Universidade Federal do Piauí (UFPI), Teresina – PI, Brasil.

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Publiée

2025-10-26

Comment citer

BRANDÃO MONTEIRO, Átila. O corpo como campo de forças: elementos para uma filosofia política da diferença. Griot : Revista de Filosofia, [S. l.], v. 25, n. 3, p. 117–129, 2025. DOI: 10.31977/grirfi.v25i3.5387. Disponível em: https://periodicos.ufrb.edu.br/index.php/griot/article/view/5387. Acesso em: 24 févr. 2026.

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