Técnica, modernidade e pensamento: repensando A questão da técnica de Martin Heidegger no contexto da filosofia brasileira

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.31977/grirfi.v26i2.5835

Palabras clave:

Técnica; Heidegger; Filosofia Brasileira; modernidade.

Resumen

O seguinte artigo pretende esboçar alguns dos elementos centrais do texto A questão da técnica de Martin Heidegger e, com base nisso, apresentar de modo introdutório novos caminhos no contexto dos desafios enfrentados pela filosofia brasileira. Para alcançar esse objetivo, o artigo foi dividido em cinco itens, sendo que os quatro primeiros tratam de apresentar os elementos centrais do texto de Heidegger – assim como uma linha interpretativa que o distancia de certas críticas recorrentes e expande o seu horizonte de possibilidades – e o último busca delinear a herança crítica, a atualidade e alguns de seus limites. Partindo da crítica de Heidegger à noção corrente da técnica e à tese da neutralidade, adentrando a questão da essência da técnica e a sua relação com a metafísica e a história do ser, seguindo pela questão do dispositivo e da subjetividade como fundamento metafísico da modernidade e, finalmente, passando pela questão do perigo representado pela técnica e do horizonte de salvação da humanidade, o artigo termina com uma breve contextualização do cenário brasileiro e com a indicação de algumas das principais heranças críticas da reflexão de Heidegger, assim como de seus limites, para a filosofia brasileira contemporânea.

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Biografía del autor/a

Felipe Seelaender Costa Rosa, Universität Erfurt (UniERFURT)

Doutorando(a) em Filosofia na Universität Erfurt (UniERFURT), Alemanha.

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Publicado

2026-06-28

Cómo citar

SEELAENDER COSTA ROSA, Felipe. Técnica, modernidade e pensamento: repensando A questão da técnica de Martin Heidegger no contexto da filosofia brasileira. Griot : Revista de Filosofia, [S. l.], v. 26, n. 2, p. 177–197, 2026. DOI: 10.31977/grirfi.v26i2.5835. Disponível em: https://periodicos.ufrb.edu.br/index.php/griot/article/view/5835. Acesso em: 12 jul. 2026.

Número

Sección

artículos