Unidade sem representação e sujeição sem autorização em Thomas Hobbes

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31977/grirfi.v26i3.5943

Palavras-chave:

Autorização; Representação; Pessoa artificial; Consentimento; Vontade.

Resumo

Este artigo tem como objetivo examinar os argumentos formulados por Hobbes antes da consolidação da teoria da autorização e da representação no Leviathan, os quais contribuíram para sua elaboração sistemática. Para isso, propõe-se uma análise comparativa das obras The Elements of Law e De Cive, a fim de identificar os fundamentos preliminares da teoria da representação e da autorização que serão desenvolvidos de forma mais robusta na obra posterior, ou seja, Levitahan. Argumenta-se que, nas obras mencionadas, Hobbes antecipa importantes discussões sobre representação e autorização presente no Leviathan, ainda que não explore de modo aprofundado suas implicações, especialmente no que diz respeito à articulação entre consentimento e soberania no interior de uma teoria formal da representação.

Biografia do Autor

  • Delmo Mattos Silva, Instituto Tecnológico de Aeronáutica

    Doutor(a) em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro – RJ, Brasil. Prpfessor(a) do  Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), São José dos Campos – SP, Brasil.

Referências

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Publicado

2026-10-26

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

SILVA, D. M. Unidade sem representação e sujeição sem autorização em Thomas Hobbes. Griot : Revista de Filosofia, v. 26, n. 3, p. 65–77, 26 out.2026.