Unidade sem representação e sujeição sem autorização em Thomas Hobbes
DOI:
https://doi.org/10.31977/grirfi.v26i3.5943Palavras-chave:
Autorização; Representação; Pessoa artificial; Consentimento; Vontade.Resumo
Este artigo tem como objetivo examinar os argumentos formulados por Hobbes antes da consolidação da teoria da autorização e da representação no Leviathan, os quais contribuíram para sua elaboração sistemática. Para isso, propõe-se uma análise comparativa das obras The Elements of Law e De Cive, a fim de identificar os fundamentos preliminares da teoria da representação e da autorização que serão desenvolvidos de forma mais robusta na obra posterior, ou seja, Levitahan. Argumenta-se que, nas obras mencionadas, Hobbes antecipa importantes discussões sobre representação e autorização presente no Leviathan, ainda que não explore de modo aprofundado suas implicações, especialmente no que diz respeito à articulação entre consentimento e soberania no interior de uma teoria formal da representação.
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