A autonomia da vontade em Kant

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DOI :

https://doi.org/10.31977/grirfi.v19i3.1272

Mots-clés :

Kant; Liberdade; Razão prática; Vontade; Autonomia.

Résumé

Ao longo desse texto intencionamos desenvolver a ideia segundo a qual há uma estreita conexão estrutural entre categorias como vontade, razão, autonomia, liberdade e causalidade no interior da filosofia prática de Kant. Assim, partindo da identificação de vontade e razão procuraremos demonstrar que esse paralelismo só é possível por meio da purificação da vontade e pela atribuição de uma função prática à razão. Entretanto, somente a purificação da vontade ainda não será suficiente para permitir a identificação entre vontade e razão. Com efeito, para identificá-las devemos demonstrar como passar da liberdade da vontade, da liberdade considerada negativamente, portanto, para a liberdade da razão prática, enquanto liberdade em sentido positivo.

Biographie de l'auteur

  • Rogério Trapp, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)

    Doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre – RS, Brasil. Professor da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Chapecó – SC, Brasil.

Références

KANT, Immanuel. Crítica da razão prática. Lisboa: Ed. 70, 1999.

KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. Lisboa: Ed. Fundação Calouste Gulbenkian, 1997.

KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. In: Crítica da razão pura e outros textos filosóficos. Col. Os pensadores. São Paulo: Abril, 1974.

KANT, Immanuel. Lógica. RJ: Tempo brasileiro, 1992.

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Publiée

2019-10-15

Numéro

Rubrique

Artigos

Comment citer

A autonomia da vontade em Kant. Griot : Revista de Filosofia, v. 19, n. 3, p. 197–210, 15 oct.2019.